sexta-feira, 22 de abril de 2011
Dinâmica do Litoral
Existem dois tipo de costa:
1- Costa ALTA: ARRIBA
FONTE: Bruno Abreu, www.olhares.com
Espinhaço, Azoia, Cabo da Roca, Portugal
arquivo pessoal
2- Costa BAIXA (arenosa ou rochosa): PRAIA
Monte Gordo, Algarve, Portugal
arquivo pessoal
Erosão marinha: acção de desgaste, transporte e acumulação do mar sobre o litoral. Depende da natureza dos afloramentos rochosos existentes e da intensidade da acção erosiva do mar. A actividade humana também influencia o aspecto da linha de costa, tal como os movimentos tectónicos e as alterações climáticas.
1- Costa ALTA: ARRIBA
FONTE: Bruno Abreu, www.olhares.com
Espinhaço, Azoia, Cabo da Roca, Portugal
arquivo pessoal
2- Costa BAIXA (arenosa ou rochosa): PRAIA
Monte Gordo, Algarve, Portugal
arquivo pessoal
Erosão marinha: acção de desgaste, transporte e acumulação do mar sobre o litoral. Depende da natureza dos afloramentos rochosos existentes e da intensidade da acção erosiva do mar. A actividade humana também influencia o aspecto da linha de costa, tal como os movimentos tectónicos e as alterações climáticas.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Relevo: Bacias hidrográficas
Os rios percorrem o seu leito da nascente (de montante) até à foz (para jusante).
A Rede Hidrográfica é o conjunto do rio principal e seus afluentes.
A Bacia Hidrográfica é a área drenada pela rede hidrográfica.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O regime do rio pode ser regular ou irregular. Alguns rios secam no Verão!
O leito de cheia ou de inundação do rio fica ocupado em situações de períodos de precipitação elevada ou anormal e rápida.
O leito de estiagem é o menor e aquele que fica ocupado em situações de Verão ou em períodos mais secos.
Nas estações intermédias o rio ocupa o leito normal.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O caudal do rio é a quantidade ou volume de água que passa em determinada secção do rio num determinado período de tempo (l/s ou m3/s)
Perfil Transversal é a linha que resulta da intersecção de um plano vertical e perpendicular ao vale num determinado ponto do curso do rio.
Perfil Longitudinal linha que representa a união de todos os pontos do fundo do leito do rio desde a nascente à foz.
FONTE: http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/rios2.htm
FASES DA EROSÃO
1- DESGASTE
O curso superior do rio corresponde ao Vale em garganta ou V fechado. (Canyon) Leito com forte declive e águas a grande velocidade.
El Chorro, Málaga, Espanha (Canyon)
arquivo pessoal
2- TRANSPORTE
O curso médio pode ser apelidado de V aberto ou U. As vertentes recuam devido à erosão das margens.
3- ACUMULAÇÃO
O curso inferior tem pouco declive e a velocidade das águas é reduzida e o vale aberto, plano ou caleira aluvial caracteriza-se pela acumulação de sedimentos num vale largo e de margens baixas.
A Rede Hidrográfica é o conjunto do rio principal e seus afluentes.
A Bacia Hidrográfica é a área drenada pela rede hidrográfica.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O regime do rio pode ser regular ou irregular. Alguns rios secam no Verão!
O leito de cheia ou de inundação do rio fica ocupado em situações de períodos de precipitação elevada ou anormal e rápida.
O leito de estiagem é o menor e aquele que fica ocupado em situações de Verão ou em períodos mais secos.
Nas estações intermédias o rio ocupa o leito normal.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O caudal do rio é a quantidade ou volume de água que passa em determinada secção do rio num determinado período de tempo (l/s ou m3/s)
Perfil Transversal é a linha que resulta da intersecção de um plano vertical e perpendicular ao vale num determinado ponto do curso do rio.
Perfil Longitudinal linha que representa a união de todos os pontos do fundo do leito do rio desde a nascente à foz.
FONTE: http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/rios2.htm
FASES DA EROSÃO
1- DESGASTE
O curso superior do rio corresponde ao Vale em garganta ou V fechado. (Canyon) Leito com forte declive e águas a grande velocidade.
El Chorro, Málaga, Espanha (Canyon)
arquivo pessoal
2- TRANSPORTE
O curso médio pode ser apelidado de V aberto ou U. As vertentes recuam devido à erosão das margens.
3- ACUMULAÇÃO
O curso inferior tem pouco declive e a velocidade das águas é reduzida e o vale aberto, plano ou caleira aluvial caracteriza-se pela acumulação de sedimentos num vale largo e de margens baixas.
PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO
Convém saber localizar e assinalar num mapa as principais formas de relevo do Mundo.
A destacar (alguns exemplos):
- Alpes
- Montes Urais
- Cáucaso
- Balcãs
- Andes
- Montanhas Rochosas
- Montes Apalaches
- Montes Atlas
- Himalaias
- Grande Cordilheira Divisória
Site com resumos de algumas matérias/conteúdos
Ler com olhar crítico! Devem aproveitar informações disponibilizadas por outros na rede.
PRINCIPAIS TIPOS DE RELEVO
PLANÍCIE
Castilla La Mancha, Espanha
arquivo pessoal
PLANALTO
Monte Hombori, Mali
fonte: http://www.hombori.org/english/home/index.html
MONTANHA
Picos da Europa, Espanha
arquivo pessoal
VALE
Vale glaciário do Zêzere, Serra da Estrela, Portugal
arquivo pessoal
EXERCÍCIOS
Castilla La Mancha, Espanha
arquivo pessoal
PLANALTO
Monte Hombori, Mali
fonte: http://www.hombori.org/english/home/index.html
MONTANHA
Picos da Europa, Espanha
arquivo pessoal
VALE
Vale glaciário do Zêzere, Serra da Estrela, Portugal
arquivo pessoal
EXERCÍCIOS
CLIMA IV
CLIMAS E BIOMAS
O Clima depende dos elementos e factores de clima e este vai determinar o tipo de vegetação existente no lugar.
Se o lugar tiver muita precipitação a vegetação vai ser mais densa e diversificada. Consoante a sua latitude poderá não ter estações do ano ou variação dos estados do tempo ao longo deste. No clima equatorial só existe uma estação do ano: quente e húmida.
O bioma engloba as formações vegetais e a fauna do lugar.
CLIMAS QUENTES
A floresta equatorial é muito densa, tem vários níveis de estratificação (árvores de grande , média e baixa altura, arbustos, lianas, epífitas,...) e tem folhagem persistente e verdejante todo o ano. Dificulta a passagem e sobrevivência do homem. Os animais são de pequeno porte: macacos, aves, e insectos transmissores de doenças graves.
Conforme nos afastamos do Equador em latitude a vegetação vai sendo menos abundante e menos alta até aos trópicos (deserto). Nesta zona existe vegetação xerófila, como os cactos, adaptados a condições extremas de secura, vegetação carnuda e espinhosa.
CLIMAS TEMPERADOS
O mais chuvoso dos climas temperados (marítimo) tem uma grande variedade de árvores de folha caduca (caem no Outono) e arbustos densos. Da destruição desta floresta resultam prados, verdejantes e rasteiros. Na floresta mediterrânica (muito desbastada pelo homem) as espécies têm folhagem dura e persistente com raízes profundas para resistir ao Verão quente e seco.
No clima temperado continental surge a floresta de coníferas (copa cónica e persistente) adaptada à precipitação sob a forma de neve e também floresta mista de folha caduca.
CLIMAS FRIOS
Nos pólos a formação vegetal é pouco extensa porque a precipitação é reduzida, tal como a temperaturas (durante 6 meses é de noite), e o permafrost (solo permanentemente gelado) impede a formação de vegetação: apenas existem musgos e líquenes. No Norte vivem os ursos polares e no Sul os pinguins.
No clima subpolar aumenta ligeiramente a precipitação e a temperatura o que facilita o desenvolvimento da floresta de pinheiros, abetos e bétulas.
SOL DA MEIA-NOITE
Devido à inclinação da Terra sobre o seu eixo imaginário os pólos recebem reduzidas quantidades de energia solar durante o Inverno. Mesmo no Verão as temperaturas são reduzidas mas é possível ver o sol à meia-noite porque este nunca baixa além da linha do horizonte.
O Clima depende dos elementos e factores de clima e este vai determinar o tipo de vegetação existente no lugar.
Se o lugar tiver muita precipitação a vegetação vai ser mais densa e diversificada. Consoante a sua latitude poderá não ter estações do ano ou variação dos estados do tempo ao longo deste. No clima equatorial só existe uma estação do ano: quente e húmida.
O bioma engloba as formações vegetais e a fauna do lugar.
CLIMAS QUENTES
A floresta equatorial é muito densa, tem vários níveis de estratificação (árvores de grande , média e baixa altura, arbustos, lianas, epífitas,...) e tem folhagem persistente e verdejante todo o ano. Dificulta a passagem e sobrevivência do homem. Os animais são de pequeno porte: macacos, aves, e insectos transmissores de doenças graves.
Conforme nos afastamos do Equador em latitude a vegetação vai sendo menos abundante e menos alta até aos trópicos (deserto). Nesta zona existe vegetação xerófila, como os cactos, adaptados a condições extremas de secura, vegetação carnuda e espinhosa.
CLIMAS TEMPERADOS
O mais chuvoso dos climas temperados (marítimo) tem uma grande variedade de árvores de folha caduca (caem no Outono) e arbustos densos. Da destruição desta floresta resultam prados, verdejantes e rasteiros. Na floresta mediterrânica (muito desbastada pelo homem) as espécies têm folhagem dura e persistente com raízes profundas para resistir ao Verão quente e seco.
No clima temperado continental surge a floresta de coníferas (copa cónica e persistente) adaptada à precipitação sob a forma de neve e também floresta mista de folha caduca.
CLIMAS FRIOS
Nos pólos a formação vegetal é pouco extensa porque a precipitação é reduzida, tal como a temperaturas (durante 6 meses é de noite), e o permafrost (solo permanentemente gelado) impede a formação de vegetação: apenas existem musgos e líquenes. No Norte vivem os ursos polares e no Sul os pinguins.
No clima subpolar aumenta ligeiramente a precipitação e a temperatura o que facilita o desenvolvimento da floresta de pinheiros, abetos e bétulas.
SOL DA MEIA-NOITE
Devido à inclinação da Terra sobre o seu eixo imaginário os pólos recebem reduzidas quantidades de energia solar durante o Inverno. Mesmo no Verão as temperaturas são reduzidas mas é possível ver o sol à meia-noite porque este nunca baixa além da linha do horizonte.
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