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domingo, 27 de maio de 2012
BBC - Como a Terra Nos Fez - Água [Parte 1/4]
Para quem tiver tempo e curiosidade...
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água,
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Riscos e Catástrofes Naturais
As CATÁSTROFES NATURAIS são fenómenos físicos que resultam em elevadas perdas materiais e humanas, e alteram a superfície terrestre. As consequências destas podem variar de acordo com a concentração humana nos locais da sua ocorrência bem como com tipo de construção e o respeito pela dinâmica natural do local.
a considerar:
INUNDAÇÕES OU CHEIAS
Cheias de 1909 - Porto, Portugal
FONTE: http://dasmargensdorio.blogspot.com/2009_03_01_archive.html
SECAS PROLONGADAS
Rio Piaui, Nordeste do Brasil
FONTE: http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2008/11/desespero-da-seca-piau-gua-sem.html
As secas prolongadas podem levar à desertificação dos lugares. Perdem-se culturas e gado, reduz-se a qualidade da água e aumenta o risco de incêndio.
MOVIMENTOS DE VERTENTES (DESABAMENTO, DESLIZAMENTO)
Muitas vezes são consequência de elevados períodos de chuva, concentrada no tempo e no espaço.
Rio de Janeiro, Brasil, 2011
FONTE: http://televisao.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/01/20/caminhos-da-reportagem-exibe-especial-sobre-as-chuvas-no-rio-de-janeiro.jhtm
VAGAS DE FRIO OU DE CALOR (clica para ver a reportagem)
Registam-se temperaturas anormalmente elevadas ou reduzidas para determinada época do ano.
FONTE: http://turma8d10.wordpress.com/2011/03/29/vagas-de-frio-o-que-sao/
SISMOS
FONTE: http://drkrainbowcave.blogspot.com/2009_12_01_archive.html
ERUPÇÕES VULCÂNICAS
FONTE: http://www.k12.hi.us/~bcullen/t3homepage.html
Destroem culturas agrícolas. Estão normalmente associadas a abalos sísmicos e consequente destruição de infraestruturas.
FURACÕES
FONTE: http://mceer.buffalo.edu/publications/bulletin/08/22-01/21viewsexpanded.asp
Antes e depois de um tornado...
FONTE: http://mceer.buffalo.edu/publications/bulletin/08/22-01/21viewsexpanded.asp
MAREMOTOS OU TSUNAMIS
FONTE: http://joaorbranco.blog.com/2011/03/11/sismo-no-japao/
a considerar:
INUNDAÇÕES OU CHEIAS
Cheias de 1909 - Porto, Portugal
FONTE: http://dasmargensdorio.blogspot.com/2009_03_01_archive.html
SECAS PROLONGADAS
Rio Piaui, Nordeste do Brasil
FONTE: http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2008/11/desespero-da-seca-piau-gua-sem.html
As secas prolongadas podem levar à desertificação dos lugares. Perdem-se culturas e gado, reduz-se a qualidade da água e aumenta o risco de incêndio.
MOVIMENTOS DE VERTENTES (DESABAMENTO, DESLIZAMENTO)
Muitas vezes são consequência de elevados períodos de chuva, concentrada no tempo e no espaço.
Rio de Janeiro, Brasil, 2011
FONTE: http://televisao.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/01/20/caminhos-da-reportagem-exibe-especial-sobre-as-chuvas-no-rio-de-janeiro.jhtm
VAGAS DE FRIO OU DE CALOR (clica para ver a reportagem)
Registam-se temperaturas anormalmente elevadas ou reduzidas para determinada época do ano.
FONTE: http://turma8d10.wordpress.com/2011/03/29/vagas-de-frio-o-que-sao/
SISMOS
FONTE: http://drkrainbowcave.blogspot.com/2009_12_01_archive.html
ERUPÇÕES VULCÂNICAS
FONTE: http://www.k12.hi.us/~bcullen/t3homepage.html
Destroem culturas agrícolas. Estão normalmente associadas a abalos sísmicos e consequente destruição de infraestruturas.
FURACÕES
FONTE: http://mceer.buffalo.edu/publications/bulletin/08/22-01/21viewsexpanded.asp
Antes e depois de um tornado...
FONTE: http://mceer.buffalo.edu/publications/bulletin/08/22-01/21viewsexpanded.asp
MAREMOTOS OU TSUNAMIS
FONTE: http://joaorbranco.blog.com/2011/03/11/sismo-no-japao/
Dinâmica do Litoral
Existem dois tipo de costa:
1- Costa ALTA: ARRIBA
FONTE: Bruno Abreu, www.olhares.com
Espinhaço, Azoia, Cabo da Roca, Portugal
arquivo pessoal
2- Costa BAIXA (arenosa ou rochosa): PRAIA
Monte Gordo, Algarve, Portugal
arquivo pessoal
Erosão marinha: acção de desgaste, transporte e acumulação do mar sobre o litoral. Depende da natureza dos afloramentos rochosos existentes e da intensidade da acção erosiva do mar. A actividade humana também influencia o aspecto da linha de costa, tal como os movimentos tectónicos e as alterações climáticas.
1- Costa ALTA: ARRIBA
FONTE: Bruno Abreu, www.olhares.com
Espinhaço, Azoia, Cabo da Roca, Portugal
arquivo pessoal
2- Costa BAIXA (arenosa ou rochosa): PRAIA
Monte Gordo, Algarve, Portugal
arquivo pessoal
Erosão marinha: acção de desgaste, transporte e acumulação do mar sobre o litoral. Depende da natureza dos afloramentos rochosos existentes e da intensidade da acção erosiva do mar. A actividade humana também influencia o aspecto da linha de costa, tal como os movimentos tectónicos e as alterações climáticas.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Relevo: Bacias hidrográficas
Os rios percorrem o seu leito da nascente (de montante) até à foz (para jusante).
A Rede Hidrográfica é o conjunto do rio principal e seus afluentes.
A Bacia Hidrográfica é a área drenada pela rede hidrográfica.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O regime do rio pode ser regular ou irregular. Alguns rios secam no Verão!
O leito de cheia ou de inundação do rio fica ocupado em situações de períodos de precipitação elevada ou anormal e rápida.
O leito de estiagem é o menor e aquele que fica ocupado em situações de Verão ou em períodos mais secos.
Nas estações intermédias o rio ocupa o leito normal.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O caudal do rio é a quantidade ou volume de água que passa em determinada secção do rio num determinado período de tempo (l/s ou m3/s)
Perfil Transversal é a linha que resulta da intersecção de um plano vertical e perpendicular ao vale num determinado ponto do curso do rio.
Perfil Longitudinal linha que representa a união de todos os pontos do fundo do leito do rio desde a nascente à foz.
FONTE: http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/rios2.htm
FASES DA EROSÃO
1- DESGASTE
O curso superior do rio corresponde ao Vale em garganta ou V fechado. (Canyon) Leito com forte declive e águas a grande velocidade.
El Chorro, Málaga, Espanha (Canyon)
arquivo pessoal
2- TRANSPORTE
O curso médio pode ser apelidado de V aberto ou U. As vertentes recuam devido à erosão das margens.
3- ACUMULAÇÃO
O curso inferior tem pouco declive e a velocidade das águas é reduzida e o vale aberto, plano ou caleira aluvial caracteriza-se pela acumulação de sedimentos num vale largo e de margens baixas.
A Rede Hidrográfica é o conjunto do rio principal e seus afluentes.
A Bacia Hidrográfica é a área drenada pela rede hidrográfica.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O regime do rio pode ser regular ou irregular. Alguns rios secam no Verão!
O leito de cheia ou de inundação do rio fica ocupado em situações de períodos de precipitação elevada ou anormal e rápida.
O leito de estiagem é o menor e aquele que fica ocupado em situações de Verão ou em períodos mais secos.
Nas estações intermédias o rio ocupa o leito normal.
FONTE: http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com/2009/03/bacias-hidrograficas_20.html
O caudal do rio é a quantidade ou volume de água que passa em determinada secção do rio num determinado período de tempo (l/s ou m3/s)
Perfil Transversal é a linha que resulta da intersecção de um plano vertical e perpendicular ao vale num determinado ponto do curso do rio.
Perfil Longitudinal linha que representa a união de todos os pontos do fundo do leito do rio desde a nascente à foz.
FONTE: http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/rios2.htm
FASES DA EROSÃO
1- DESGASTE
O curso superior do rio corresponde ao Vale em garganta ou V fechado. (Canyon) Leito com forte declive e águas a grande velocidade.
El Chorro, Málaga, Espanha (Canyon)
arquivo pessoal
2- TRANSPORTE
O curso médio pode ser apelidado de V aberto ou U. As vertentes recuam devido à erosão das margens.
3- ACUMULAÇÃO
O curso inferior tem pouco declive e a velocidade das águas é reduzida e o vale aberto, plano ou caleira aluvial caracteriza-se pela acumulação de sedimentos num vale largo e de margens baixas.
PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO
Convém saber localizar e assinalar num mapa as principais formas de relevo do Mundo.
A destacar (alguns exemplos):
- Alpes
- Montes Urais
- Cáucaso
- Balcãs
- Andes
- Montanhas Rochosas
- Montes Apalaches
- Montes Atlas
- Himalaias
- Grande Cordilheira Divisória
PRINCIPAIS TIPOS DE RELEVO
PLANÍCIE
Castilla La Mancha, Espanha
arquivo pessoal
PLANALTO
Monte Hombori, Mali
fonte: http://www.hombori.org/english/home/index.html
MONTANHA
Picos da Europa, Espanha
arquivo pessoal
VALE
Vale glaciário do Zêzere, Serra da Estrela, Portugal
arquivo pessoal
EXERCÍCIOS
Castilla La Mancha, Espanha
arquivo pessoal
PLANALTO
Monte Hombori, Mali
fonte: http://www.hombori.org/english/home/index.html
MONTANHA
Picos da Europa, Espanha
arquivo pessoal
VALE
Vale glaciário do Zêzere, Serra da Estrela, Portugal
arquivo pessoal
EXERCÍCIOS
CLIMA IV
CLIMAS E BIOMAS
O Clima depende dos elementos e factores de clima e este vai determinar o tipo de vegetação existente no lugar.
Se o lugar tiver muita precipitação a vegetação vai ser mais densa e diversificada. Consoante a sua latitude poderá não ter estações do ano ou variação dos estados do tempo ao longo deste. No clima equatorial só existe uma estação do ano: quente e húmida.
O bioma engloba as formações vegetais e a fauna do lugar.
CLIMAS QUENTES
A floresta equatorial é muito densa, tem vários níveis de estratificação (árvores de grande , média e baixa altura, arbustos, lianas, epífitas,...) e tem folhagem persistente e verdejante todo o ano. Dificulta a passagem e sobrevivência do homem. Os animais são de pequeno porte: macacos, aves, e insectos transmissores de doenças graves.
Conforme nos afastamos do Equador em latitude a vegetação vai sendo menos abundante e menos alta até aos trópicos (deserto). Nesta zona existe vegetação xerófila, como os cactos, adaptados a condições extremas de secura, vegetação carnuda e espinhosa.
CLIMAS TEMPERADOS
O mais chuvoso dos climas temperados (marítimo) tem uma grande variedade de árvores de folha caduca (caem no Outono) e arbustos densos. Da destruição desta floresta resultam prados, verdejantes e rasteiros. Na floresta mediterrânica (muito desbastada pelo homem) as espécies têm folhagem dura e persistente com raízes profundas para resistir ao Verão quente e seco.
No clima temperado continental surge a floresta de coníferas (copa cónica e persistente) adaptada à precipitação sob a forma de neve e também floresta mista de folha caduca.
CLIMAS FRIOS
Nos pólos a formação vegetal é pouco extensa porque a precipitação é reduzida, tal como a temperaturas (durante 6 meses é de noite), e o permafrost (solo permanentemente gelado) impede a formação de vegetação: apenas existem musgos e líquenes. No Norte vivem os ursos polares e no Sul os pinguins.
No clima subpolar aumenta ligeiramente a precipitação e a temperatura o que facilita o desenvolvimento da floresta de pinheiros, abetos e bétulas.
SOL DA MEIA-NOITE
Devido à inclinação da Terra sobre o seu eixo imaginário os pólos recebem reduzidas quantidades de energia solar durante o Inverno. Mesmo no Verão as temperaturas são reduzidas mas é possível ver o sol à meia-noite porque este nunca baixa além da linha do horizonte.
O Clima depende dos elementos e factores de clima e este vai determinar o tipo de vegetação existente no lugar.
Se o lugar tiver muita precipitação a vegetação vai ser mais densa e diversificada. Consoante a sua latitude poderá não ter estações do ano ou variação dos estados do tempo ao longo deste. No clima equatorial só existe uma estação do ano: quente e húmida.
O bioma engloba as formações vegetais e a fauna do lugar.
CLIMAS QUENTES
A floresta equatorial é muito densa, tem vários níveis de estratificação (árvores de grande , média e baixa altura, arbustos, lianas, epífitas,...) e tem folhagem persistente e verdejante todo o ano. Dificulta a passagem e sobrevivência do homem. Os animais são de pequeno porte: macacos, aves, e insectos transmissores de doenças graves.
Conforme nos afastamos do Equador em latitude a vegetação vai sendo menos abundante e menos alta até aos trópicos (deserto). Nesta zona existe vegetação xerófila, como os cactos, adaptados a condições extremas de secura, vegetação carnuda e espinhosa.
CLIMAS TEMPERADOS
O mais chuvoso dos climas temperados (marítimo) tem uma grande variedade de árvores de folha caduca (caem no Outono) e arbustos densos. Da destruição desta floresta resultam prados, verdejantes e rasteiros. Na floresta mediterrânica (muito desbastada pelo homem) as espécies têm folhagem dura e persistente com raízes profundas para resistir ao Verão quente e seco.
No clima temperado continental surge a floresta de coníferas (copa cónica e persistente) adaptada à precipitação sob a forma de neve e também floresta mista de folha caduca.
CLIMAS FRIOS
Nos pólos a formação vegetal é pouco extensa porque a precipitação é reduzida, tal como a temperaturas (durante 6 meses é de noite), e o permafrost (solo permanentemente gelado) impede a formação de vegetação: apenas existem musgos e líquenes. No Norte vivem os ursos polares e no Sul os pinguins.
No clima subpolar aumenta ligeiramente a precipitação e a temperatura o que facilita o desenvolvimento da floresta de pinheiros, abetos e bétulas.
SOL DA MEIA-NOITE
Devido à inclinação da Terra sobre o seu eixo imaginário os pólos recebem reduzidas quantidades de energia solar durante o Inverno. Mesmo no Verão as temperaturas são reduzidas mas é possível ver o sol à meia-noite porque este nunca baixa além da linha do horizonte.
CLIMA III
ESTADO DE TEMPO E CLIMA
O estado de tempo é momentâneo e é caracterizado pelo estado da atmosfera em determinado lugar, resultado da conjugação de vários elementos do clima.
O clima é uma sucessão habitual de estados de tempo, caracterizado por valores médios de vários anos, normalmente 30 anos.
ELEMENTOS DE CLIMA
todos os elementos meteorológicos que caracterizam o clima de uma determinada região: temperatura, precipitação, pressão atmosférica, rumo e intensidade do vento, humidade do ar, insolação e nebulosidade.
CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA
A distribuição dos principais centros de pressão atmosférica no globo dá origem a ventos dominantes: Alísios, de Oeste e Polares de Leste. Estes sopram sempre das altas para as baixas pressões atmosféricas.
a pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre por unidade de superfície terrestre. Mede-se em milibares (mb) ou hectopascais (hPa). A pressão normal é de 1013 mb.
As altas pressões também se denominam por anticiclones e originam tempo seco porque o ar é descendente e nesse movimento aquece.
As baixas pressões podem também apelidar-se de depressões ou ciclones e originam tempo chuvoso porque o ar é convergente à superfície e é obrigado a ascender, transportando consigo vapor de água, que arrefece na ascensão em altitude e condensa, formando nuvens e originando precipitação quando saturado.
Junto ao Equador existe a faixa de baixas pressões equatoriais que resulta da convergência dos ventos alísios que, conjuntamente com elevados valores de temperatura média (> 25ºC), dão origem a muita evaporação e elevados valores de precipitação, todos os dias, todo o ano. Este gráfico representa um clima equatorial: podemos dizer que a temperatura varia pouco ao longo do ano, havendo portanto uma fraca amplitude térmica. a precipitação é elevada todo o ano e não existem meses secos.
Nos climas desérticos quentes a temperatura é elevada mas a amplitude térmica é reduzida a moderada devido ao movimento de translação da Terra. Todos os meses são secos.
O estado de tempo é momentâneo e é caracterizado pelo estado da atmosfera em determinado lugar, resultado da conjugação de vários elementos do clima.
O clima é uma sucessão habitual de estados de tempo, caracterizado por valores médios de vários anos, normalmente 30 anos.
ELEMENTOS DE CLIMA
todos os elementos meteorológicos que caracterizam o clima de uma determinada região: temperatura, precipitação, pressão atmosférica, rumo e intensidade do vento, humidade do ar, insolação e nebulosidade.
CIRCULAÇÃO GERAL DA ATMOSFERA
A distribuição dos principais centros de pressão atmosférica no globo dá origem a ventos dominantes: Alísios, de Oeste e Polares de Leste. Estes sopram sempre das altas para as baixas pressões atmosféricas.
a pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre por unidade de superfície terrestre. Mede-se em milibares (mb) ou hectopascais (hPa). A pressão normal é de 1013 mb.
As altas pressões também se denominam por anticiclones e originam tempo seco porque o ar é descendente e nesse movimento aquece.
As baixas pressões podem também apelidar-se de depressões ou ciclones e originam tempo chuvoso porque o ar é convergente à superfície e é obrigado a ascender, transportando consigo vapor de água, que arrefece na ascensão em altitude e condensa, formando nuvens e originando precipitação quando saturado.
Junto ao Equador existe a faixa de baixas pressões equatoriais que resulta da convergência dos ventos alísios que, conjuntamente com elevados valores de temperatura média (> 25ºC), dão origem a muita evaporação e elevados valores de precipitação, todos os dias, todo o ano. Este gráfico representa um clima equatorial: podemos dizer que a temperatura varia pouco ao longo do ano, havendo portanto uma fraca amplitude térmica. a precipitação é elevada todo o ano e não existem meses secos.
Nos climas desérticos quentes a temperatura é elevada mas a amplitude térmica é reduzida a moderada devido ao movimento de translação da Terra. Todos os meses são secos.
CLIMA II
FACTORES DE CLIMA (alteram/influenciam o clima)
1- Latitude
A distância ao Equador determina a distribuição zonal e anual da temperatura. Devido à superfície esférica da Terra a zona equatorial está exposta de forma mais directa à radiação solar e há maior aquecimento. Junto aos pólos o sol incide de forma mais oblíqua e aquece uma superfície maior mas de forma menos incidente.
2- Relevo (Altitude e orientação geográfica)
Com a altitude a precipitação aumenta (até aos 3000 m) e a temperatura desce.
As vertentes voltadas a sul são mais soalheiras e mais quentes no Hemisfério Norte e o inverso acontece no Hemisfério Sul.
3- Proximidade do mar/continentalidade
Nos lugares próximos do mar, devido à maior humidade do ar, existem menores amplitudes térmicas (diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima). São lugares mais amenos. No inteiror, o ar é mais seco e os Invernos mais frios e o Verão mais quente (são lugares com temperaturas mais rigorosas todo o ano).
4- Correntes marítimas
Em lugares influenciados por correntes frias há fraca evaporação o que os torna mais secos. As correntes quentes tornam os lugares mais chuvosos devido ao aumento da evaporação.
1- Latitude
A distância ao Equador determina a distribuição zonal e anual da temperatura. Devido à superfície esférica da Terra a zona equatorial está exposta de forma mais directa à radiação solar e há maior aquecimento. Junto aos pólos o sol incide de forma mais oblíqua e aquece uma superfície maior mas de forma menos incidente.
2- Relevo (Altitude e orientação geográfica)
Com a altitude a precipitação aumenta (até aos 3000 m) e a temperatura desce.
As vertentes voltadas a sul são mais soalheiras e mais quentes no Hemisfério Norte e o inverso acontece no Hemisfério Sul.
3- Proximidade do mar/continentalidade
Nos lugares próximos do mar, devido à maior humidade do ar, existem menores amplitudes térmicas (diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima). São lugares mais amenos. No inteiror, o ar é mais seco e os Invernos mais frios e o Verão mais quente (são lugares com temperaturas mais rigorosas todo o ano).
4- Correntes marítimas
Em lugares influenciados por correntes frias há fraca evaporação o que os torna mais secos. As correntes quentes tornam os lugares mais chuvosos devido ao aumento da evaporação.
CLIMA
Existem 3 principais tipos de clima:
1 - QUENTES: equatorial, tropical húmido, tropical seco, desértico quente.
2 - TEMPERADOS: mediterrânico, continental e oceânico ou marítimo.
3 - FRIOS: polar, subpolar, de altitude ou montanha.
Tipos de clima
Os ELEMENTOS DE CLIMA permitem caracterizar o clima. Os principais são a temperatura e a precipitação cuja variação anual dos valores médios e totais, respectivamente, são representados nos gráficos termopluviométricos.
Gráfico termopluviométrico do clima temperado mediterrânico
Este gráfico mostra uma variação do estado do tempo ao longo do ano. Chove mais nos meses mais frios e os meses quentes são mais secos. Quando as barras da precipitação estão abaixo ou ao nível da linha da temperatura isso significa que esses meses são secos. Dos climas temperados, o mediterrânico é o único que apresenta meses secos. O continental é mais frio e o marítimo mais chuvoso.
O clima quente mais chuvoso é o equatorial, em que a temperatura é elevada todo o ano e os meses são sempre muito chuvosos e húmidos. No desértico, todos os meses são secos e nos tropicais a distinção é feita através da contagem dos meses secos. Mais de 6 é tropical seco, menos de 6 é tropical húmido. Se tiver 6 meses secos e 6 meses húmidos é tropical de monção.
Os clima frios classificam-se assim pelos reduzidos valores de temperatura média mensal e anual. o clima polar é muito frio e tem reduzida ou quase nula precipitação. No subpolar esta aumenta um pouco e no de montanha tanto a temperatura como a precipitação variam consoante a altitude. A variação da temperatura com a altitude denomina-se por gradiente térmico vertical (a Temperatura desce, em média 6,5ºC por cada 1000 metros de altitude).
1 - QUENTES: equatorial, tropical húmido, tropical seco, desértico quente.
2 - TEMPERADOS: mediterrânico, continental e oceânico ou marítimo.
3 - FRIOS: polar, subpolar, de altitude ou montanha.
Tipos de clima
Os ELEMENTOS DE CLIMA permitem caracterizar o clima. Os principais são a temperatura e a precipitação cuja variação anual dos valores médios e totais, respectivamente, são representados nos gráficos termopluviométricos.
Gráfico termopluviométrico do clima temperado mediterrânico
Este gráfico mostra uma variação do estado do tempo ao longo do ano. Chove mais nos meses mais frios e os meses quentes são mais secos. Quando as barras da precipitação estão abaixo ou ao nível da linha da temperatura isso significa que esses meses são secos. Dos climas temperados, o mediterrânico é o único que apresenta meses secos. O continental é mais frio e o marítimo mais chuvoso.
O clima quente mais chuvoso é o equatorial, em que a temperatura é elevada todo o ano e os meses são sempre muito chuvosos e húmidos. No desértico, todos os meses são secos e nos tropicais a distinção é feita através da contagem dos meses secos. Mais de 6 é tropical seco, menos de 6 é tropical húmido. Se tiver 6 meses secos e 6 meses húmidos é tropical de monção.
Os clima frios classificam-se assim pelos reduzidos valores de temperatura média mensal e anual. o clima polar é muito frio e tem reduzida ou quase nula precipitação. No subpolar esta aumenta um pouco e no de montanha tanto a temperatura como a precipitação variam consoante a altitude. A variação da temperatura com a altitude denomina-se por gradiente térmico vertical (a Temperatura desce, em média 6,5ºC por cada 1000 metros de altitude).
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