sexta-feira, 29 de abril de 2011

PROBLEMAS DAS CIDADES

PRESSÃO DEMOGRÁFICA

EMPURRADORES DO METRO DE TÓQUIO NO YOUTUBE

CIDADES

fonte desconhecida

As cidades crescem inicialmente numa procura do centro, fase centrípeta.
Quando o centro está congestionado a cidade continua a crescer para a periferia, fase centrífuga.

Falamos primeiro de urbanização e seguidamente de suburbanização.
Os subúrbios das cidades dependem destas e servem, numa fase inicial, a função residencial, uma vez que a cidade não consegue alojar todos aqueles que procuram uma vida melhor.
A ocupação de áreas rurais periféricas à cidade denomina-se por periurbanização e aqui coesxistem construções urbanas e rurais num povoado disperso em alguns lugares e concentrado noutros.

MORFOLOGIA URBANA

As cidades têm uma morfologia própria que reflecte o tempo da sua criação e o crescimento e a cultura a elas associada.

Plantas das cidades:
- Ortogonais (dificuldades de orientação, ruas ventosas)
- Radioconcêntricas (o centro fica demasiado acessível e congestionado)
- Irregulares (ruas estreitas e sinuosas que podem não ter saída e acabar em escadas, dificulta o trânsito automóvel)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

PEGADA ECOLÓGICA

TESTE DE PEGADA ECOLÓGICA

Minuto Verde, pegade ecológica

EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL


Fases:
1 - Taxas da natalidade e mortalidade elevadas e crescimento natural reduzido.
2 - redução da mortalidade, aumento do crescimento natural.
3 - Baby-boom do pós-guerra. Aumento exponencial da população mundial, particularmente nos PED.

PROBLEMAS?
Desequilíbrio entre a população e os recursos. Aumento da pegada ecológica.

OURO NEGRO


- Dependência dos combustíveis fósseis
- Alternativas?

Migrações

As migrações baseiam-se muitas vezes em motivações económicas relacionadas com o emprego e melhoria das condições de vida. As populações procuram as cidades, os países mais desenvolvidos, o litoral, lugares com abundância de água potável e onde exista liberdade de expressão e paz.

As causas das migrações podem ser naturais quando, por exemplo, uma catástrofe natural nos afasta da nossa origem.

As motivações podem estar relacionadas com motivos turísticos ou socioculturais que nos permitem aumentar a nossa cultura geral e contribuem para o bem-estar.

Por exemplo, nas férias da Páscoa os portugueses rumam às "terras" para fazer parte das festividades e cumprir as tradições religiosas ou culturais (beijar a cruz, as procissões,...) realizando uma migração interna de carácter temporário/sazonal.

Não esqueçamos os colegas brasileiros e chineses que frequentam a nossa escola e efectuaram uma migração externa intercontinental de carácter definitivo. Relativamente aos alunos ucranianos sabemos que essa migração externa se classifica de intracontinental.

Na década de 60 do século XX muitos portugueses iam "a salto" para França, a pé, realizando uma migração clandestina uma vez que fugiam da obrigação de combater guerra colonial.

FLUXOS MIGRATÓRIOS

DEMOGRAFIA E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

Demografia é a ciência que estuda a população.

Utilizamos indicadores demográficos, como por exemplo a Taxa de Natalidade ou de Mortalidade Infantil.

A taxa de natalidade é calculada através da razão (divisão) entre o número de nascimentos (natalidade) numa determinada região, durante um ano, e a população total, multiplicando por mil, i.e., é o número de nascimentos por cada mil habitantes.

A taxa de crescimento natural, diferença entre taxa de natalidade e taxa de mortalidade, é o mesmo que saldo fisiológico. Pode servir para percebermos a tendência de crescimento da população. Se for positivo a população aumenta e se for negativo, diminui.
Contudo, para esta avaliação é também necessário contabilizar o Saldo Migratório que consiste na diferença entre Imigração e Emigração.

O Crescimento Efectivo da população calcula-se somando o Crescimento Natural e o Saldo Migratório.

A taxa de Mortalidade Infantil é um bom indicador sócio-económico porque traduz as condições de vida, reflecte a assistência médica pré e pós-parto (ou a sua inexistência) e afecta os valores da esperança média de vida, por exemplo.
Portugal tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do Mundo, situação que evoluiu muito positivamente nas últimas décadas devido às melhores condições de higiene e de saúde e a uma melhoria na alimentação, decorrentes da melhoria das condições de vida.

O Índice de Renovação de Gerações deve ser igual ou superior a 2,1 o que significa que cada casal deve ter 2 filhos e um em cada 10 casais deve ter 3 filhos, uma vez que nascem mais rapazes do que raparigas.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana

O facto de Portugal apresentar um número médio de filhos inferior a 2,1 desde 1982, à semelhança do que acontece em muitos países da Europa, apresenta vários desafios e problemas demográficos, económicos e sociais. Uma população envelhecida aumenta o nível de dependência (pensões de reforma e custos de saúde) e contribui para a diminuição do dinamismo económico e da taxa de natalidade. Pode levar à falência do sistema de segurança social.

Surgem políticas demográficas para resolver os problemas em termos de natalidade.

PIRÂMIDE JOVEM OU CRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana

Nos países onde uma elevada taxa de natalidade é um problema adoptam-se políticas anti-natalistas que podem passar por legalizar o aborto, campanhas de informação e planeamento familiar, distribuição gratuita de contraceptivos, aumento de impostos a famílias numerosas.

PIRÂMIDE IDOSA OU DECRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana

Quando o envelhecimento é um problema é urgente adoptar medidas natalistas, tais como o aumento da rede pública de estabelecimentos de ensino pré-escolar, a atribuição de subsídios por cada nascimento, o aumento dos períodos das licenças de maternidade e paternidade e do valor dos abonos de família...
estas medidas, quando bem sucedidas dão origem a uma estrutura de população rejuvenescente:
FONTE: À Descoberta 8, Santillana

A Pirâmide Adulta ou de Transição revela melhorias nas condições de vida que resultam numa diminuição da mortalidade.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana