As migrações baseiam-se muitas vezes em motivações económicas relacionadas com o emprego e melhoria das condições de vida. As populações procuram as cidades, os países mais desenvolvidos, o litoral, lugares com abundância de água potável e onde exista liberdade de expressão e paz.
As causas das migrações podem ser naturais quando, por exemplo, uma catástrofe natural nos afasta da nossa origem.
As motivações podem estar relacionadas com motivos turísticos ou socioculturais que nos permitem aumentar a nossa cultura geral e contribuem para o bem-estar.
Por exemplo, nas férias da Páscoa os portugueses rumam às "terras" para fazer parte das festividades e cumprir as tradições religiosas ou culturais (beijar a cruz, as procissões,...) realizando uma migração interna de carácter temporário/sazonal.
Não esqueçamos os colegas brasileiros e chineses que frequentam a nossa escola e efectuaram uma migração externa intercontinental de carácter definitivo. Relativamente aos alunos ucranianos sabemos que essa migração externa se classifica de intracontinental.
Na década de 60 do século XX muitos portugueses iam "a salto" para França, a pé, realizando uma migração clandestina uma vez que fugiam da obrigação de combater guerra colonial.
FLUXOS MIGRATÓRIOS
quinta-feira, 28 de abril de 2011
DEMOGRAFIA E INDICADORES DEMOGRÁFICOS
Demografia é a ciência que estuda a população.
Utilizamos indicadores demográficos, como por exemplo a Taxa de Natalidade ou de Mortalidade Infantil.
A taxa de natalidade é calculada através da razão (divisão) entre o número de nascimentos (natalidade) numa determinada região, durante um ano, e a população total, multiplicando por mil, i.e., é o número de nascimentos por cada mil habitantes.
A taxa de crescimento natural, diferença entre taxa de natalidade e taxa de mortalidade, é o mesmo que saldo fisiológico. Pode servir para percebermos a tendência de crescimento da população. Se for positivo a população aumenta e se for negativo, diminui.
Contudo, para esta avaliação é também necessário contabilizar o Saldo Migratório que consiste na diferença entre Imigração e Emigração.
O Crescimento Efectivo da população calcula-se somando o Crescimento Natural e o Saldo Migratório.
A taxa de Mortalidade Infantil é um bom indicador sócio-económico porque traduz as condições de vida, reflecte a assistência médica pré e pós-parto (ou a sua inexistência) e afecta os valores da esperança média de vida, por exemplo.
Portugal tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do Mundo, situação que evoluiu muito positivamente nas últimas décadas devido às melhores condições de higiene e de saúde e a uma melhoria na alimentação, decorrentes da melhoria das condições de vida.
O Índice de Renovação de Gerações deve ser igual ou superior a 2,1 o que significa que cada casal deve ter 2 filhos e um em cada 10 casais deve ter 3 filhos, uma vez que nascem mais rapazes do que raparigas.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
O facto de Portugal apresentar um número médio de filhos inferior a 2,1 desde 1982, à semelhança do que acontece em muitos países da Europa, apresenta vários desafios e problemas demográficos, económicos e sociais. Uma população envelhecida aumenta o nível de dependência (pensões de reforma e custos de saúde) e contribui para a diminuição do dinamismo económico e da taxa de natalidade. Pode levar à falência do sistema de segurança social.
Surgem políticas demográficas para resolver os problemas em termos de natalidade.
PIRÂMIDE JOVEM OU CRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
Nos países onde uma elevada taxa de natalidade é um problema adoptam-se políticas anti-natalistas que podem passar por legalizar o aborto, campanhas de informação e planeamento familiar, distribuição gratuita de contraceptivos, aumento de impostos a famílias numerosas.
PIRÂMIDE IDOSA OU DECRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
Quando o envelhecimento é um problema é urgente adoptar medidas natalistas, tais como o aumento da rede pública de estabelecimentos de ensino pré-escolar, a atribuição de subsídios por cada nascimento, o aumento dos períodos das licenças de maternidade e paternidade e do valor dos abonos de família...
estas medidas, quando bem sucedidas dão origem a uma estrutura de população rejuvenescente:
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
A Pirâmide Adulta ou de Transição revela melhorias nas condições de vida que resultam numa diminuição da mortalidade.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
Utilizamos indicadores demográficos, como por exemplo a Taxa de Natalidade ou de Mortalidade Infantil.
A taxa de natalidade é calculada através da razão (divisão) entre o número de nascimentos (natalidade) numa determinada região, durante um ano, e a população total, multiplicando por mil, i.e., é o número de nascimentos por cada mil habitantes.
A taxa de crescimento natural, diferença entre taxa de natalidade e taxa de mortalidade, é o mesmo que saldo fisiológico. Pode servir para percebermos a tendência de crescimento da população. Se for positivo a população aumenta e se for negativo, diminui.
Contudo, para esta avaliação é também necessário contabilizar o Saldo Migratório que consiste na diferença entre Imigração e Emigração.
O Crescimento Efectivo da população calcula-se somando o Crescimento Natural e o Saldo Migratório.
A taxa de Mortalidade Infantil é um bom indicador sócio-económico porque traduz as condições de vida, reflecte a assistência médica pré e pós-parto (ou a sua inexistência) e afecta os valores da esperança média de vida, por exemplo.
Portugal tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do Mundo, situação que evoluiu muito positivamente nas últimas décadas devido às melhores condições de higiene e de saúde e a uma melhoria na alimentação, decorrentes da melhoria das condições de vida.
O Índice de Renovação de Gerações deve ser igual ou superior a 2,1 o que significa que cada casal deve ter 2 filhos e um em cada 10 casais deve ter 3 filhos, uma vez que nascem mais rapazes do que raparigas.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
O facto de Portugal apresentar um número médio de filhos inferior a 2,1 desde 1982, à semelhança do que acontece em muitos países da Europa, apresenta vários desafios e problemas demográficos, económicos e sociais. Uma população envelhecida aumenta o nível de dependência (pensões de reforma e custos de saúde) e contribui para a diminuição do dinamismo económico e da taxa de natalidade. Pode levar à falência do sistema de segurança social.
Surgem políticas demográficas para resolver os problemas em termos de natalidade.
PIRÂMIDE JOVEM OU CRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
Nos países onde uma elevada taxa de natalidade é um problema adoptam-se políticas anti-natalistas que podem passar por legalizar o aborto, campanhas de informação e planeamento familiar, distribuição gratuita de contraceptivos, aumento de impostos a famílias numerosas.
PIRÂMIDE IDOSA OU DECRESCENTE
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
Quando o envelhecimento é um problema é urgente adoptar medidas natalistas, tais como o aumento da rede pública de estabelecimentos de ensino pré-escolar, a atribuição de subsídios por cada nascimento, o aumento dos períodos das licenças de maternidade e paternidade e do valor dos abonos de família...
estas medidas, quando bem sucedidas dão origem a uma estrutura de população rejuvenescente:
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
A Pirâmide Adulta ou de Transição revela melhorias nas condições de vida que resultam numa diminuição da mortalidade.
FONTE: À Descoberta 8, Santillana
CENSOS 2011
Informação retirada do site do INE
"O que são os Censos?
Os Recenseamentos da População e Habitação (Censos) são apontados nas respectivas recomendações mundiais, editadas pela ONU - Organização das Nações Unidas, como as operações estatísticas “mais complexas e dispendiosas que qualquer país pode realizar”.
Nos nossos dias, e segundo os Princípios e Recomendações da ONU (2006), os Censos são entendidos como processos normalizados de recolha, tratamento, avaliação, análise e difusão de dados referenciados a um momento temporal específico e respeitantes a todas as unidades estatísticas (indivíduos, famílias, alojamentos e edifícios) de uma zona geográfica bem delimitada, normalmente o país."
"Para que servem?
Através dos dados dos Censos é possível obter, para cada nível geográfico, uma "fotografia" dos individuos e das suas condições de habitabilidade. Deste modo, ficamos a saber:
Quantos somos?
Como somos?
Onde vivemos?
Como vivemos?
Os dados dos Censos, sobre a população e a habitação são, assim, fundamentais para identificar, por exemplo:
O número de escolas, creches, lares de idosos que são necessários;
Onde se devem construir as vias de comunicação, os hospitais, etc.;
Como distribuir os fundos pelas Câmaras Municipais.
A comparação com os dados dos recenseamentos anteriores permite analisar as transformações da sociedade portuguesa em termos demográficos e socio-económicos. Os dados censitários são, assim, essenciais para a análise da estrutura social e económica do País, da sua evolução e tendências, permitindo ainda a comparação com outros países.
Deste modo, os Censos são uma fonte única e renovável de dados que, caracterizando a população e o parque habitacional, surgem como valiosos instrumentos de diagnóstico, planeamento e intervenção, nos mais variados domínios, como por exemplo:
Na definição de objectivos e prioridades para as políticas globais de desenvolvimento;
No planeamento regional e local;
Nos estudos de mercado e sondagens de opinião;
Na investigação em ciências sociais."
FONTE: http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_o_que_sao
"O que são os Censos?
Os Recenseamentos da População e Habitação (Censos) são apontados nas respectivas recomendações mundiais, editadas pela ONU - Organização das Nações Unidas, como as operações estatísticas “mais complexas e dispendiosas que qualquer país pode realizar”.
Nos nossos dias, e segundo os Princípios e Recomendações da ONU (2006), os Censos são entendidos como processos normalizados de recolha, tratamento, avaliação, análise e difusão de dados referenciados a um momento temporal específico e respeitantes a todas as unidades estatísticas (indivíduos, famílias, alojamentos e edifícios) de uma zona geográfica bem delimitada, normalmente o país."
"Para que servem?
Através dos dados dos Censos é possível obter, para cada nível geográfico, uma "fotografia" dos individuos e das suas condições de habitabilidade. Deste modo, ficamos a saber:
Quantos somos?
Como somos?
Onde vivemos?
Como vivemos?
Os dados dos Censos, sobre a população e a habitação são, assim, fundamentais para identificar, por exemplo:
O número de escolas, creches, lares de idosos que são necessários;
Onde se devem construir as vias de comunicação, os hospitais, etc.;
Como distribuir os fundos pelas Câmaras Municipais.
A comparação com os dados dos recenseamentos anteriores permite analisar as transformações da sociedade portuguesa em termos demográficos e socio-económicos. Os dados censitários são, assim, essenciais para a análise da estrutura social e económica do País, da sua evolução e tendências, permitindo ainda a comparação com outros países.
Deste modo, os Censos são uma fonte única e renovável de dados que, caracterizando a população e o parque habitacional, surgem como valiosos instrumentos de diagnóstico, planeamento e intervenção, nos mais variados domínios, como por exemplo:
Na definição de objectivos e prioridades para as políticas globais de desenvolvimento;
No planeamento regional e local;
Nos estudos de mercado e sondagens de opinião;
Na investigação em ciências sociais."
FONTE: http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_o_que_sao
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Dinâmica do Litoral
A imagem apresenta o processo de erosão de uma arriba (erosão marinha).
Está desordenada porque é de um exercício em que os alunos deverão ordenar as fases do processo.
O mar faz o efeito de sapa/desgaste na base da arriba com a qual entra em contacto, através dos movimentos ondulatórios e de marés (última imagem).
A arriba perde a sustentação, criam-se fissuras e quebra. Forma-se uma plataforma de acumulação dos materiais desgastados.
Esta arriba classifica-se de arriba viva mas, se classificarmos uma arriba que já não está em contacto directo com o mar, classifica-mo-la de arriba fóssil.
Azenhas do Mar, Portugal
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Discurso de Mário Soares. Em decurso...
Faz uma caracterização da evolução do país. Refere muitas questões importantes para a disciplina.
sábado, 23 de abril de 2011
COMÉRCIO JUSTO: Coldplay's Chris Martin for the Make Trade Fair campaign
Chris Martin: MAKE TRADE FAIR
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